Impertudo

Dicas



Dicas Gerais

Devido a grande variedade de produtos químicos disponíveis, cada um com diferentes características, desempenhos e especificidades de uso, torna-se fundamental apresentarmos algumas informações, as quais objetivam auxiliar o usuário na escolha e correta aplicação dos nossos produtos.

A obtenção de desempenho adequado de um produto depende de diversos fatores. Abaixo elencamos os principais:

1. Escolha de um produto ou conjunto de produtos

Antes de escolher um produto, precisamos definir claramente qual função esperamos dele. Por exemplo, se esperamos melhorar a aderência, procuramos um adesivo ou cola. Se queremos proteger a edificação da infiltração de água, optamos por um impermeabilizante. Esta definição de escolha deve levar em consideração as necessidades de resistência química, física e condições de uso ao qual ele será submetido, além da interface com outros materiais, componentes construtivos e as singularidades de aplicação.

Para facilitar a escolha, este manual classifica os produtos em categorias de acordo com a principal função comum entre eles. Estas categorias estão subdividas conforme sua característica ou composição, e as fichas técnicas dos produtos indicam as principais propriedades típicas, de forma a possibilitar checar previamente se a escolha do produto está adequada à solicitação a qual ele será submetido.

2. Preparo e adequação da base ou substrato
É importante verificar se a base está em condições de receber o produto. Por exemplo, para alguns produtos, a base deve estar seca, enquanto em outros ela deve ser previamente umedecida. Em todos os casos, a base sempre deve estar limpa, isenta de poeira e íntegra para receber qualquer produto, seja ele impermeabilizante, pintura ou proteção. Pode ser necessário executar regularizações, caimentos e até, em alguns casos, recuperar a base previamente.

3. Aplicação
Fundamental para o desempenho de um produto, a aplicação deve seguir as condições de mistura, forma e tempo de aplicação e secagem, indicadas nas fichas técnicas e nas embalagens. A leitura prévia deste material evita uma série de erros desnecessários. Determinados produtos exigem conhecimento e experiência para sua correta aplicação, por isso devem ser aplicados por profissional qualificado.

4. Uso e manutenção
Todo e qualquer produto, na fase pós-aplicação, necessita de manutenção e deve ser submetido ao uso ao qual ele foi projetado. Qualquer alteração no uso ou desgaste, ocasionado por condições adversas, pode alterar seu desempenho ou durabilidade. Portanto, é importante estar atento a estas condições para obtermos o máximo em desempenho e vida útil dos materiais.

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Reparo e Proteção

Objetivo:

Garantir a integridade e o perfeito estado de uso, prolongar e manter a vida útil e proteger contra agentes agressivos.

Problemas:

Corrosão das armaduras, desagregação, manchamento, infiltração, fissuração, etc..

Causas:

Erosão pelo vento e/ ou pela água, abrasão por impacto, sobrecargas, ação do fogo, ataque de produtos químicos, reação álcali-agregado (gel expansivo que se forma da reação do cimento com agregado) , etc.

No processo construtivo também encontramos causas para os problemas do concreto, tais como: Posicionamento incorreto das armaduras, falhas de concretagem, vibração inadequada, cura insuficiente, uso de materiais pobres ou de baixa qualidade.

A corrosão do concreto é uma das principais causas dos problemas nas estruturas de concreto. O efeito dos gases ácidos presentes na atmosfera (dióxido de carbono) , e os íons cloreto (atmosfera marinha) são os principais agentes provocadores desta corrosão.

Especificação:

Cada elemento que formará o sistema de reparo poderá sofrer variações de acordo com o que foi diagnosticado. É preciso selecionar um método de reparo para cada tipo de problema:
· Reparo superficial aplicado manualmente
· Reparo superficial aplicado por projeção
· Reparo profundo bombeado
· Reparo profundo lançado por gravidade
· Injeção de fissuras

Preparação da área:

Após o diagnóstico da corrosão, a preparação da superfície que irá receber o tratamento é essencial. Para tanto devemos seguir os seguintes passos:

1) Delimitação da área a ser reparada
2) Remoção da camada deteriorada
3) Limpeza da seção da ferragem para remoção da corrosão
4) Pintura de proteção nas ferragens e substituição das mesmas quando necessário Denverprimer Zinco
5) Aplicação de ponte de aderência Denverfix/Acrílico/Denverpóxi/Denverpóxi Max
6) Aplicação da argamassa de reparo Denvertec 700/Denvergrout/denvergrout Max
7) Aplicação da película de cura Denvercura
8) Aplicação de argamassa de estucamento Denvertec 600
9) Aplicação da pintura de proteção Tintas e Vernizes da linha Denverniz

A Denver Impermeabilizantes dispõe de outros produtos relacionados com os processos de reparo e proteção. A linha ainda inclui:

· Selantes
· Sistemas de impermeabilização
· Sistemas de ancoragem
· Produtos para grauteamento especial
· Aditivos e adesivos

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Preparo de Superfície

Um dos principais elementos para o sucesso da impermeabilização é a qualidade da construção e a preparação da estrutura ou substrato para receber a impermeabilização.
O sistema impermeável deve possuir características adequadas, de forma a suportar as solicitações impostas. No entanto, muitas vezes verificamos erros construtivos que danificam ou prejudicam seu bom desempenho, tais como:

• Inadequado recobrimento das armaduras.

• Ralos, tubulações, etc., indevidamente chumbados.

• Juntas de concretagem mal executadas.

• Concreto segregado com ninhos, bicheiras, etc.

• Regularização da laje executada com traço inadequado, sem cura, sob substrato sujo, destacado, com fissuras, etc.

• Utilização de materiais inadequados para construção de jardineiras, espelhos d’água, etc. (tijolos furados).

• Execução de enchimentos com entulho, antes da execução da impermeabilização.

• Não respeitar a natureza das dilatações térmicas distintas entre os diversos materiais de construção.

• Presença de elementos contaminantes como óleos, graxas, desmoldantes e agentes de cura inadequados ao sistema impermeabilizante.

Alguns dos cuidados necessários de preparação dos diversos tipos de substratos são relacionados abaixo, agrupados:

Superfícies em concreto que receberão impermeabilização direta, como: Cortinas, Reservatórios, Subsolos, etc.

Condições gerais para o início dos serviços:

• Concreto desformado e curado por no mínimo 28 dias com cobrimento de armadura mínimo de 3,0 cm.
• Restos de madeira, pontas de ferro, concreto desagregado ou quaisquer outros elementos não pertencentes à estrutura removidos.
• Furações, ralos, tubos passantes de instalações executadas e liberadas.
• Esperas para postes, gradis, e demais elementos fixados na estrutura, concluídos e liberados.
• Chumbadores para escadas marinheiro, guias, pára- raios, etc, rigidamente fixados.
• Área desimpedida, limpa e interditada para o início dos trabalhos.
Metodologia Executiva
• Detectar todas as falhas de concretagem, ninhos, etc. retirando-se o agregado solto, até a obtenção de concreto firme e homogêneo.
• Durante a retirada do concreto, deve-se tentar obter uma cavidade côncava, com borda superior inclinada, de forma a facilitar a aderência do reparo.
• Pontas de ferro de amarração de fôrmas devem ser cortadas a uma profundidade mínima de 3 cm para o interior do concreto
• Existindo o sistema de travamento de fôrmas, através de parafusos ou travas recuperadas, retirar o tubo de PVC e escarear a superfície lisa deixada pelo tubo, utilizando-se furadeira elétrica, com broca de diâmetro igual ao do orifício.
• A recomposição das falhas de concretagem e o preenchimento dos furos e reparos necessários não devem ser executados com argamassa comum. Para espessuras até 7 cm devem ser executadas preferencialmente com argamassa modificada com polímeros acrílicos industrializada, Denvertec 700 (espessuras de 30 mm a 70 mm) ou com argamassa de cimento e areia no traço 1:3 amassada com água e emulsão adesiva acrílica, Denverfix Acrílico no traço (2:1) conforme abaixo:

o Executar a limpeza do substrato através de lavagem com água limpa.
o Umedecer o substrato e pincelar a superfície de contato, com pasta de cimento amassada com solução de água e emulsão adesiva acrílica, Denverfix Acrílico traço (1: 1) e imediatamente após executar o reparo.
o Para reparos com espessuras maiores que 7 cm, executar o reparo com Denvergrout na consistência shim pelo sistema Dry Pack, ou executar concretagem do tipo cachimbo.
o Cumprir os cuidados relativos à cura do reparo:

Dry Pack:
o Limpar a superfície em contato com o reparo com o auxílio de jato d’ água, para a retirada de partículas soltas e pó.

o Molhar a cavidade até a saturação do substrato, eliminando em seguida, eventuais empoçamentos de água.

o Executar os reparos com Denvergrout na consistência plástica (shim) utilizando fator água/Denvergrout em peso 0,10 (2,5 l de água para cada saco de 25 kg) .

o Ou para realizar o mesmo trabalho com argamassa, preparar uma mistura de cimento e areia média, na proporção 1: 2, em massa.

o Adicionar água aos poucos, até que se note um umedecimento da argamassa.

o É importante que esta argamassa esteja apenas úmida, não tendo consistência de argamassa convencional. Sua execução poderá ser controlada durante a homogeneização da mistura, com as mãos, sem que estas fiquem molhadas.

o Socar a argamassa na cavidade, com o auxílio de um soquete de madeira, com ponta de aproximadamente 3 x 3 cm, em camadas com espessuras não superiores a 1 cm, até o preenchimento total da cavidade.

o Retirar o excesso, com colher de pedreiro e executar o acabamento com desempenadeira de madeira ou feltro.

o Após o endurecimento superficial do reparo, efetuar a cura com água, durante no mínimo 7 dias.

o a) Concretagem tipo "Cachimbo":
o Retirar, por meio manual ou mecânico, todo o concreto segregado, até se atingir concreto, firme e homogêneo.

o Durante a retirada do concreto segregado, deve-se tentar obter faces retas, para facilitar a confecção e amarração das formas.

o Os cantos devem ser arredondados, as bordas em esquadros e as faces superiores da região a ser reparada, devem ser inclinadas, numa proporção de 1:3 em relação à espessura do reparo.

o No caso de falha que atravesse toda a peça, colocar em um dos lados da região a ser reparada, uma fôrma fixa, com dimensões superiores à área do reparo. Caso contrário, o próprio concreto homogêneo servirá de suporte para o reparo.

o No lado utilizado para a execução do reparo, colocar a fôrma fixa na parte inferior da área à ser reparada, deixando-se um vão, que permita a entrada de um vibrador de imersão.

o Coloca-se na parte superior, uma fôrma inclinada em forma de "cachimbo" , com uma altura de aproximadamente 10 cm, acima da falha. Esse cachimbo visa garantir o contato e a aderência na face superior, na ligação concreto velho e concreto novo.

o Limpar a superfície a ser t ratada, deixando-a isenta de partículas soltas e pó.

o Saturar o substrato de concreto, eliminando-se em seguida eventuais empoçamentos.

o Efetuar o lançamento do concreto ou graute, Denvergrout.

o Após cerca de 18 horas do término da concretagem, retira-se o "cachimbo" e corta-se o concreto saliente.

o As fôrmas poderão ser retiradas após 24 horas do término da concretagem.

o A cura do concreto ou graute utilizado no reparo deverá ser cuidadosa, podendo-se optar por cura com água, durante no mínimo 7 dias, ou utilização de um produto de cura que não interfira na aderência da impermeabilização a ser executada.

o Executar a limpeza da superfície antes do início da impermeabilização.
Superfícies de alvenaria e concreto a serem regularizadas, como: Lages em geral, Rodapés, Alvenarias, etc.

Condições gerais para o início dos serviços:
• Alvenarias concluídas.
• Tubulações de instalações rigidamente fixadas.
• Reparos estruturais executados conforme item 1.
• Esperas para postes, gradis, e demais elementos fixados na estrutura, executados.
• Chumbadores para antenas, pára- raios, ganchos de espera para balancins de manutenção, etc, rigidamente fixados. Bases de alçapões, domus, etc. prontas.
• Área desimpedida, limpa e interditada para início dos trabalhos.
Metodologia Executiva.

Execução de argamassa de regularização horizontal

• Pontos de níveis:
o Marcar as cotas de níveis de escoamento de água, locação de ralos, juntas estruturais e todos os pontos necessários para elaborar o diagrama de escoamento, observando os caimentos de no mínimo 1%, ou conforme especificado em projeto.

Obs: Piscinas e reservatórios não necessitam caimentos.

• Taliscamento:
o Após a elaboração do diagrama de escoamento de água, confeccionar taliscas de argamassa, com o objetivo de gabaritar a execução das mestras.

• Argamassa:
o Executar mestras com espaçamento máximo de 2,0 m e regularização com argamassa de cimento e areia traço 1: 3 ou 1: 4, com espessura mínima de 2,0 cm.
o Sarrafear e desempenar esta argamassa com auxílio de desempenadeira de madeira, promovendo um acabamento aveludado sem queimar.
o Arredondar cantos vivos e arestas todas as vezes que o sistema impermeabilizante exigir.
Execução de argamassa de regularização vertical

• Em alvenaria:
o Sarrafear e desempenar a argamassa de regularização, com espessura máxima de 1,5 cm, promovendo um acabamento desempenado.

• Em concreto:
o Executar apenas correções onde for necessário seguindo os procedimentos descritos no item 1. 2. 2.3 Lajes onde não é necessária a execução de caimentos: Rampas, Lajes de fundo de tanques e reservatórios
o Executar estas lajes com maiores cuidados, proporcionando acabamento desempenado com desempenadeira de madeira.
o Caso haja depressões ou saliências significativas, acima de 5 mm, providenciar inicialmente o corte das saliências e o acerto das depressões, com argamassa de cimento e areia, traço 1: 3, aditivada com adesivo de base acrílica, DENVERFIX ACRÍLICO, na espessura mínima de 2 cm.
Superfícies em solo, como canais de irrigação, lagoas, etc.

Condições gerais para o início do serviço
• O solo deverá estar devidamente compactado e apto para manter sua estabilidade quando for submetido às cargas incidentes.
• Pontos de passagem de tubulações, sifões, bases para medidores de vazão, etc., deverão estar colocados de acordo com o detalhamento em projeto.
• Todos os pontos de transição entre solo (substrato flexível) e outros substratos rígidos, deverão obedecer ao detalhamento específico adequado a cada caso.
• As valas de ancoragem laterais e intermediárias deverão estar escavadas nas dimensões de projeto.
Metodologia Executiva
• Remover todos os elementos pontiagudos e contundentes que possam vir a danificar a impermeabilização, como: pedras, raízes de plantas, etc.
• Havendo alguma irregularidade no solo que não possa ser eliminada, providenciar sua regularização, utilizando camada de solo cimento confeccionado com o solo do local ou providenciar uma camada berço com areia fina.
Limpeza

A superfície a receber a impermeabilização deverá estar limpa e isenta poeira, elementos soltos, óleos, graxas, desmoldantes ou de quaisquer elementos impregnantes que possam prejudicar a aderência do sistema.

O grau de umidade da superfície deverá obedecer às necessidades do tipo de impermeabilização a ser utilizada.
Exceção se faz às aplicações de mantas diretamente sobre solo, pois trata-se de um sistema onde só há colagem nas emendas e a ancoragem é executada de forma mecânica.

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Como dar manutenção em reservatórios de água potável impermeabilizados

Reservatórios de água potável necessitam limpezas periódicas preventivas a cada seis meses. Porém, devem ser respeitadas as limitações dos sistemas impermeabilizantes, que na maioria das vezes fica em contato direto com a água e não suportam limpezas enérgicas ou abrasivas. O despreparo e desinformação de muitas empresas de limpeza, síndicos e usuários em geral, sobre os corretos procedimentos de limpeza e desinfecção de áreas impermeabilizadas, pode causar uma série de prejuízos e danos aos sistemas impermeabilizantes, muitas vezes imputando o ônus destes prejuízos aos fornecedores dos produtos e da mão-de-obra. Seguem algumas dicas para manter seu reservatório sempre limpo sem causar danos ao sistema impermeabilizante.

Esgotar o reservatório.

1. Executar a limpeza somente com água limpa em abundância escovas ou vassouras de pêlos macios. Não utilizar escovas de aço ou cerdas muito rijas. Nunca use sabão, detergente ou qualquer outro produto químico (puro ou diluído) diretamente sobre a impermeabilização, pois poderão permanecer depositados nas paredes do reservatório e posteriormente na água armazenada, bem como, promover ataque químico na impermeabilização (dependendo do produto e concentrações usadas).

2. Depois da lavagem, encher o reservatório e adicionar 1 litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório.

3. Manter esta solução no reservatório durante no mínimo 2 horas. Este procedimento será o suficiente para a desinfecção do reservatório.

4. Esgote a água abrindo todos os pontos de utilização de água do domicílio. Este procedimento promoverá também a desinfecção das tubulações.

5. Não utilizar esta água para consumo (bebida, lavagem e preparo de alimentos, etc.) e nem para higiene pessoal.

OBSERVAÇÕES:

CASO ESPECÍFICOS DE RESERVATÓRIOS QUE POSSAM OU DEVAM SOFRER LIMPEZAS ABRASIVAS, (EX.: Hospitais, clínicas, laboratórios, etc.) devem ser impermeabilizados com sistemas compatíveis, como materiais a base de resina epóxi, ou devem receber proteção mecânica sobre a impermeabilização. EM CASO DE DÚVIDA CONSULTEM NOSSO DEPARTAMENTO TÉCNICO.

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Como evitar trincas nos revestimentos dos rodapés impermeabilizados

A presença da manta asfáltica cria um elemento separador entre o substrato e a argamassa final de revestimento, havendo uma forte tendência ao destacamento do revestimento que está sobre a manta. Entretanto, executando-se detalhes construtivos adequados, essa anomalia pode ser 100% evitada. Telas de estruturação da proteção mecânica devem ser adotadas, porém sua correta fixação e posicionamento no interior da argamassa devem ser observadas. Seguem abaixo, dicas importantes para eliminar definitivamente este problema.

Preparo da superfície

1. Proporcionar um rebaixo para o embutimento da impermeabilização com espessura de 4 cm e altura mínima de 30 cm acima do piso acabado.
2. Pode-se obter este rebaixo, utilizando-se na linha dos rodapés, blocos de menor espessura.
3. Regularizar a superfície com argamassa de cimento e areia, traço 1:3, e espessura mínima de 1cm.
4. Blocos estruturais não necessitam regularização, desde que preenchidos todos os vazios das áreas de assentamento.
5. Deixar os últimos 5 a 10 cm sem primer para a fixação mecânica da tela de estruturação da proteção mecânica.

Aplicação da manta

Subir a manta que vem do plano horizontal em 10 cm.

Cortar a faixa do rodapé na altura de projeto + 10 cm para a sobreposição em direção ao plano horizontal.

RECOMENDA-SE EXECUTAR OS RODAPÉS COM MANTA COM ACABAMENTO SUPERFICIAL EM AREIA (face externa) OU QUEIMAR O POLIETILENO DA MANTA COM CHAMA DE MAÇARICO BRANDA.

Proteção mecânica armada

- Executar chapisco fechado com cimento e areia, traço 1:3, com adesivo acrílico, DENVERFIX CHAPISCO ou aplicar camada de argamassa colante com desempenadeira dentada.

– Fixar a tela metálica ou plástica, mecanicamente, acima da impermeabilização, sobre os 10 cm onde não houve aplicação do primer.

– Executar a proteção mecânica.


IMPORTANTE:

A TELA DE ESTRUTURAÇÃO DA PROTEÇÃO MECÂNICA DEVE FICAR POSICIONADA NO MEIO DA ARGAMASSA.
ESPESSURAS DE ARGAMASSA > 3 CM DEVEM RECEBER DUAS TELAS. (RECOMENDA-SE UMA TELA A CADA 3 CM)
NUNCA COLAR A TELA DIRETAMENTE SOBRE A MANTA COM ASFALTO A QUENTE.
NÃO COLAR A TELA SOBRE A MANTA COM PEDAÇOS DA PRÓPRIA MANTA.
UTILIZAR ESPAÇADORES SE NECESSÁRIO, PARA GARANTIR QUE A TELA FIQUE NO MEIO DA ARGAMASSA.
DETALHES ESPECÍFICOS PODEM SER DESENVOLVIDOS PARA CASOS ESPECIAIS, EX.: Rodapés em concreto aparente, dry wall, etc. CONSULTEM NOSSO DEPARTAMENTO TÉCNICO.

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Como se livrar daquela umidade no pé das paredes

Normalmente esta umidade é fruto de falha da impermeabilização dos baldrames e alvenarias de embasamento. Esta umidade ascende por capilaridade e deteriora o revestimento e pintura de acabamento.

Para eliminar esta umidade definitivamente, há duas fórmulas:

1. Paredes de tijolos maciços

Utilizar DENVER BARRA SECA, da seguinte forma:

Preparo da superfície

Retirar o revestimento existente até a altura onde apresenta umidade (aprox. 50 cm). Medindo 5 cm a partir do piso, com furadeira elétrica, executar uma seqüência de perfurações horizontais, espassadas em 10 a 15 cm. Os furos deverão ter diâmetro aproximado de 10 a 20 milímetros, com inclinação de 45° C e profundidade equivalente a 2/3 da espessura da parede.

Medindo 10 cm acima, executar nova seqüência de perfurações, intercalando os furos.

Aplicação

Colocar água nos furos, até saturar bem a parede, retirar o excesso de água dos furos e aplicar Denver Barra Seca, até a saturação. Após 24 horas, escarear os furos com a própria broca e repetir a aplicação do Denver Barra Seca. Terminada a aplicação, vedar superficialmente os furos e aguardar a secagem da parede, por um período aproximado de 10 a 30 dias.

OBSERVAÇÕES:
Na impossibilidade de se aguardar o tempo estimado para secagem normal da parede, aplicar com trincha 2 kg/m² de Denvertec 100 na faixa onde se retirou o revestimento.

Não utilizar cal na argamassa de recomposição da parede.

Para a eficiência do sistema, o consumo de 1 kg/ metro/ cada 10 cm de espessura de parede, deverá ser rigorosamente cumprido. Ex.: Paredes com espessura de 20 cm, o consumo será de 2kg/metro.

2. Paredes em blocos furados

Utilizar DENVERTEC 100, da seguinte forma:

Preparo da superfície

Retirar o revestimento existente até 1,50 m acima da manifestação da umidade, dos dois lados da parede.

Regularizar a superfície com argamassa de cimento e areia, traço 1:3, com 30% de adesivo acrílico DENVERFIX CHAPISCO na água de amassamento.

Aplicação

Adicionar aos poucos o componente B (pó) ao componente A (resina) do DENVERTEC 100, misturando até obter-se uma pasta uniforme e sem grumos. Sobre a superfície úmida, aplicar 3,0 kg/m² de DENVERTEC 100 com o auxílio de uma trincha, respeitando o tempo de secagem entre demãos de 2 a 6 horas.

OBSERVAÇÕES
1. Não utilizar cal na argamassa de recomposição da parede.
2. Para a eficiência do sistema, o consumo recomendado deverá ser rigorosamente cumprido.

MAIS INFORMAÇÕES, CONSULTAR O BOLETIM TÉCNICO DO PRODUTO

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